Conheça a atualização da parceria do cartão Lisboa VIVA | Teatro Nacional São Carlos

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06.11.2013 | Tarifário

O cartão Lisboa VIVA continua a dar descontos no Teatro Nacional São Carlos. 

O cartão Lisboa VIVA renovou a parceria com o Teatro Nacional de São Carlos. Agora, mediante a apresentação do cartão Lisboa VIVA, em todos os espetáculos que promover, o Teatro Nacional de São Carlos proporcionará a possibilidade de aquisição de bilhetes em condições especiais, até 24 horas antes da realização do espetáculo, com os seguintes níveis de desconto:
  • Temporada Lírica do TNSC: 25% de desconto sobre preços avulso, excetuando em dia de estreia, no limite máximo de dois bilhetes por associado;
  • Temporada Sinfónica (Orquestra Sinfónica Portuguesa): 25% de desconto sobre preços avulso;
  • Aluguer de espaços: 20% de desconto sobre preços de tabela, mediante disponibilidade e desde que não condicionem a atividade artística desenvolvida no TNSC.
Os descontos não poderão ser acumulados com nenhum outro desconto em vigor no preçário TNSC. Os descontos acima referidos não poderão ser aplicados aos seguintes espetáculos:
  • concertos comentados para famílias;
  • concertos no Salão Nobre;
  • produções de Ópera para crianças;
  • outros espetáculos de preço especial reduzido que possam vir a ser realizados.
Sobre o TNSC
O Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa encontra-se entre o pequeno número de teatros líricos europeus com uma atividade quase ininterrupta ao longo de mais de duzentos anos, não tendo sofrido nenhum acidente de vulto desde a sua inauguração em 30 de Junho de 1793, embora tenha sido objeto de diversas remodelações e restauros que foram renovando o aspeto interior da sala e dos foyers, sem lhe alterarem contudo a traça exterior.
 
A história da ópera em Portugal nos últimos dois séculos confunde-se em larga medida com a história do São Carlos, sobretudo após o incêndio que destruiu o Teatro de S. João do Porto em 1908. A sua construção deve-se à iniciativa do Intendente Geral da Polícia Diogo Inácio de Pina Manique, com o apoio económico de um grupo de grandes capitalistas e o pretexto de celebrar o nascimento do primeiro filho do Príncipe Herdeiro D. João e de sua mulher D. Carlota Joaquina. O autor do projeto foi o arquiteto José da Costa e Silva. O espaço no primeiro piso hoje conhecido como Salão Nobre foi inaugurado em 1796.

A partir do pós-guerra e até aos anos sessenta sucederam-se no seu palco notáveis gerações de cantores, que incluíram Maria Caniglia, Mario del Monaco, Renata Tebaldi, Carlo Bergonzi, Boris Christoff, Birgit Nilsson, Renata Scotto, Theresa Stich-Randall, Sesto Bruscantini e Nicolai Gedda.

1958 foi o ano de uma inolvidável Traviata interpretada por Maria Callas e o jovem Alfredo Kraus. Ao longo dos anos sessenta e setenta merecem particular destaque os nomes de Monserrat Caballé, Renata Scotto, Fiorenza Cossoto, Piero Capuccilli e Mara Zampieri. Paralelamente deve sublinhar-se também a crescente participação de cantores e encenadores portugueses (em contraste com que havia sucedido ao longo de todo o século XIX), assim como a notável renovação operada nos últimos anos no coro do Teatro.
 
Descubra mais sobre o Teatro Nacional de São Carlos e conheça a sua programação aqui.